Por que o São Paulo não precisa de Rodrigo Caio e Cueva em 2018

Por João do Prado Mariano

Saudações galera do Arquibancada! Faço aqui a minha estreia neste espaço tão democrático e bacana!

Calma, não me xinguem antes de começar a ler o texto! Prometo que ele não será longo e acredito que vocês irão concordar comigo ao seu final.

Sim, o São Paulo não precisa de Rodrigo Caio e Cueva em 2018. É isso mesmo que vocês leram aí no título da minha coluna.

O ano de 2018 para mim será um ano de reconstrução, um ano onde não deveremos nos apegar a nomes famosos, como Kaká, Ganso, Robinho, Calleri ou Pato, mas sim um ano onde devemos formar um time, uma espinha dorsal para que à partir de 2019 os títulos e as glórias possam voltar.

E o quê Rodrigo Caio e Cueva tem a ver com isso?

É simples: Ambos sempre são cogitados nas janelas de transferência, fora que estão sendo questionados a bastante tempo. Todos nós sabemos que Rodrigo Caio não é nenhum primor como zagueiro, pois era volante na base e seu físico não se equipara ao de Arboleda, Bruno Alves e cia.

Cueva é um grande caso à parte. De destaque em 2016, virou o “Messi peruano” em 2017 e acha que joga a hora que quer e entende que o São Paulo é a Casa da Mãe Joana.

Se 2018 é o ano da reconstrução e sabemos que ambos dificilmente passarão da janela do meio do ano, porque raios eles devem permanecer por apenas 6 meses?

Para o lugar de Rodrigo Caio, temos Anderson Martins, que foi uma excelente aquisição, além de Bruno Alves, Aderllan e Rony, sem contar que o Militão pode jogar por ali também.

Se fecharmos realmente com o Scarpa, aí Cueva não terá mais serventia alguma! Pois teremos Scarpa, Shaylon e Lucas Fernandes!






Leco, Raí e Ricardo Rocha, façam um bem para o São Paulo FC e vendam os dois o quanto antes! Ou corremos o risco que ambos comecem a perder o seu valor de mercado a cada falha ou polêmica!

Por hoje é só, em breve eu voltarei!

Abraços do João!

 

* A opinião do colunista não reflete a opinião do site

 


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