Após a derrota por 3×0 para o Grêmio, o técnico Rogério Ceni tentou justificar a peculiar escalação da equipe. Diferentemente das partidas anteriores. o Tricolor Paulista iniciou o jogo sem Reinaldo, que deu a vaga a Welington, além de Gabriel Sara deslocado para a lateral-direita e uma linha com três defensores.

Jogamos de várias maneiras. No começo, quando cheguei aqui, eu falava do tripé com os três jogadores do meio de campo: Igor, Sara e Liziero, e mais um quarto homem por dentro. Contra o Internacional nós ganhamos jogando com uma linha de três, com o Miranda, o Arboleda e o Léo. Jogamos e ganhamos outros jogos com a linha de quatro. Os dois sistemas são muito usados. A linha de três é muito costumeira e o clube usou praticamente o ano inteiro”, disse o treinador.

Ceni explicou que a alteração da formação e das peças se deu por um motivo bastante específico: criar condições de fazer com que Benítez pudesse se adaptar à equipe.

Eu tentei montar um esquema para colocar o Benítez para jogar. Um esquema que o beneficiasse, com Sara e Welington, inclusive trocando o Reinaldo – já que Welington é um jogador mais jovem, com mais força para descer pelos lados. E colocando Rigoni e Calleri próximos a ele, para que pudesse ter troca de passes, com dois volantes para protegê-lo. Tentei formar um sistema muito voltado para que ele tivesse conforto no jogo“, justificou Rogério.

O São Paulo volta a campo nesta segunda-feira (6), às 19h, no Morumbi, pela 37ª rodada do Brasileirão. O Tricolor precisa da vitória para chegar com tranquilidade à última rodada da competição.

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Matheus Tévez é formado em Direito pela UFBA, cursa Letras, além de ser professor, escritor e articulista. Mas a sua grande virtude é ser são-paulino doente desde os tempos em que Válber doutrinava na zaga.