Depois da 12ª derrota do São Paulo no campeonato, contra o América, fora de casa, o técnico Rogério Ceni concedeu a tradicional entrevista coletiva pós-jogo. Foram feitas muitas perguntas sobre a próxima temporada e a formação de elenco, ao passo que Ceni desconversou e indicou que as tomadas de decisões ainda serão discutidas com a direção do clube.

As posições serão passadas para a direção. Eu citei diversas vezes em entrevistas coletivas que faltam algumas posições de um contra um, lado de campo, enfim, é a minha opinião, a minha análise, que passarei provavelmente amanhã, numa reunião com a direção“, disse ele.

Nos bastidores, especulou-se durante a semana nomes como o de Romarinho, do Fortaleza, e Sorriso, do Juventude – que marcou um dos gols no último jogo contra o Tricolor. Questionado sobre o melhor momento para ter iniciado os trabalhos no São Paulo, Rogério não titubeou e foi taxativo.

Sem dúvida. Quando o presidente conversou comigo na primeira vez eu falei que começar o ano de 2022 para mim seria melhor, pois eu faria uma pré-temporada e alguns ajustes. Mas ele disse para mim que precisava naquele momento. Eu já havia recusado alguns convites. Como era o São Paulo, eu vim, pela necessidade que eu entendia de ajuda que o clube disse precisar“, completou o treinador são-paulino, citando o fato de que poderia manchar seu legado vitorioso como jogador nesta segunda passagem.

Confira a entrevista coletiva completa abaixo ou clique aqui.

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Matheus Tévez é formado em Direito pela UFBA, cursa Letras, além de ser professor, escritor e articulista. Mas a sua grande virtude é ser são-paulino doente desde os tempos em que Válber doutrinava na zaga.