Foto: Rummens

O São Paulo ficou no empate contra o Santos no estádio do Morumbi, nesta quinta-feira (07) por 1×1. Depois do jogo, o treinador Hernán Crespo e o atacante Jonathan Calleri foram a sala de entrevista para responder as perguntas dos jornalistas.

Confira abaixo as respostas de Crespo na coletiva

Sobre o alto número de cruzamentos

Foi uma opção pois encontramos um time muito fechado. Tentamos ser protagonistas e jogar no campo do rival. O adversário se fechou atrás e deveríamos entrar por fora e por dentro. Essas foram as opções que tinhamos.

Sobre o objetivo de chegar na Libertadores

Os objetivos sempre são de chegar o mais alto possível. O principal objetivo é jogar como jogamos hoje. Com a intensidade, com a vontade, com a energia positiva. Sinceramente, foi a primeira vez que senti vontade de entrar em campo e jogar com eles. Foi emocionante ver a reação dos jogadores. Todos do banco, todos com muita vontade de conquistar os três pontos que infelizmente não conseguimos. Jogamos com uma dinâmica que fazia um pouco de tempo que não víamos.

Sobre a pressão da semana

Foi uma semana normal no São Paulo. Todos os dias temos um problema novo, e todos os dias tentamos resolver e melhorar. Estamos em um ano de transição e coisas vão sendo construídas dia a dia. Talvez tenhamos dias mais complicados e outros mais tranquilos, mas todos sabemos onde estamos e onde está o São Paulo. Eu fico muito tranquilo, pois estamos alinhando sobre o que fazemos e trabalhamos para ter um futuro melhor.

Sobre a melhora ofensiva e a estreia com público no estádio

Vi uma energia muito positiva. Claro que o fator da torcida pesou. Me falaram que tinha cinco mil, e imagino o Morumbi lotado, já que estes cinco mil fizeram muita diferença. Estou muito feliz de ver o torcedor no estádio. Acredito que lentamente, quando a torcida estiver no Morumbi, será difícil para o adversário.

Sobre a presença de Igor Gomes

Acredito que pela novidade e pelo espírito de grupo, Igor Gomes foi o melhor em campo. Ele não jogou apenas como lateral, mas com a bola, ele jogou perto de Luan. Ele entendeu e fez tudo que precisou com muita humildade e sacrifício. Para mim a escolha foi perfeita, não por mim mas por ele e a pré-disposição dele.

Confira abaixo as respostas de Crespo na coletiva

Sobre a ansiedade com o momento do Tricolor

Acredito que hoje se viu um São Paulo diferente das outras partidas. Jogamos com intensidade e buscamos fazer gols. Ficou claro que fomos os protagonistas e a todo momento, o São Paulo foi ao ataque e controlou o jogo. O resultado de empate é o que fica, porém, acredito que tivemos muitos méritos e merecíamos os três pontos. Acredito que daqui pra frente, veremos uma equipe com a atitude de hoje.

Sobre a condição de jogo

Fazia muito tempo que eu não jogava – quase cinco meses. Me custou o ritmo de jogo, acredito que meus companheiros estão a frente de mim e se nota a intensidade dos meus companheiros. Sou feliz de treinar e jogar no dia a dia. Hoje foi minha primeira partida com mais de 80 minutos e eu tentei dar o melhor. Espero ajudar a equipe e caso o treinador acredite que eu possa ter um sequência, estarei feliz, caso contrário, vou apoiar o companheiro que irá jogar.

Sobre o reencontro com a torcida

Estamos muito felizes com a volta dos torcedores. Como disse o treinador Crespo, pareciam que haviam mais de cinco mil. Acredito que o torcedor também foi contagiado pelo nosso futebol, por a equipe ir a frente e tentar a todo tempo o gol. Não estamos felizes com o empate, mas acredito que a torcida está feliz conosco e com nosso jogo e ganha de ganhar. Esperamos que daqui a um tempo, o Morumbi possa estar lotado.

Sobre a classificação ruim e a discussão pelo pênalti

A verdade é que temos vários empates seguidos, porém, a equipe não perde. Acredito que nos está faltando aos atacantes um pouco mais. Com o que se viu hoje, a equipe vai conseguir esse algo a mais. Estamos fazendo tudo para fazer o melhor pelo clube e por essa camisa.
Sobre o pênalti, quero agradecer ao Luciano, por ter se comportado como o que é, um grande profissional. Não tenho palavras para agradecer por ter deixado eu bater o pênalti. No fim, nos dois queremos bater o pênalti, e ajudar o São Paulo. Nesse momento fui eu quem cobrou, e em outro momento será ele, o importante é nos dois fazermos o melhor pelo São Paulo.

Sobre a falta de ritmo de jogo

Venho trabalhando a um mês. Obviamente não estou no meu melhor momento. Com ritmo de jogo, minutos, vou estar cada dia melhor. Estive bem, um pouco cansado e no fim minhas pernas estavam cansadas. Estou contente pelos minutos e espero no dia a dia me senti melhor e ajudar meus companheiros.

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Pedro Vinicius, 24 anos e sou de São Paulo. Formado em jornalismo e especialista em jornalismo esportivo sou apaixonado por futebol desde sempre.