Diretoria se reúne em Cotia para discutir sobre 2019

O São Paulo ainda está disputando o Campeonato Brasileiro de 2018, brigando por uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores, com chances matemáticas de título e, mesmo assim, a diretoria já começou a desenhar o ano de 2019, em uma reunião em Cotia.

Claro, ainda faltam definições importantíssimas para efetuar um planejamento mais concreto, como a própria participação na Libertadores de 2019. O Tricolor ocupa a última vaga do G-4 para ir direto à fase de grupos, com 57 pontos, dois a mais que o Grêmio que é o primeiro time fora do G-4.

Mesmo se não se classificar para a fase de grupos, o São Paulo tem quase certa a classificação para, no mínimo, a pré-Libertadores. Estando a 11 pontos de diferença do Atlético-MG, sexto colocado, só um enorme desastre tiraria o São Paulo do G-6. O problema é que Santos e Cruzeiro (sétimo e oitavo colocados, respectivamente), possuem a mesma pontuação do Atlético-MG, o que aumentou o medo da torcida são-paulina.

A verdade é que o São Paulo vem fazendo um péssimo segundo turno. Após terminar o primeiro turno bem e na liderança, o Tricolor começou a derrapar e caiu para a quarta colocação, vendo o Palmeiras que, enquanto o São Paulo liderava era o OITAVO colocado, tomar a liderança e disparar, já sendo o virtual campeão brasileiro de 2018.

Essa queda brusca de rendimento pôs em xeque o trabalho de Diego Aguirre e até da diretoria, composta por três ídolos do clube. Recentemente, houveram diversas reuniões entre a cúpula máxima, a diretoria e a comissão técnica para tentarem entender o que está acontecendo.

Ora, motivos não faltam! O São Paulo montou um bom time titular, comprovado na segunda metade do segundo turno, quando o São Paulo voou em campo diversas vezes, principalmente após a Copa do Mundo, em uma sequência dificílima. No entanto, após perder Éverton por lesão, tudo começou a cair por terra e, aí, descobriu-se o “calcanhar de Aquiles” do São Paulo neste ano: falta de um elenco mais preparado.

Claro, o planejamento para 2018 era, de fato, conquistar uma vaga para a Libertadores, o que vem sendo conseguido até agora. Portanto, o planejamento funcionou.

O problema é que a liderança do São Paulo este ano gerou uma certa ilusão na cabeça do torcedor e, provavelmente, fez com que o São Paulo mudasse internamente, tentando algo que não conseguiria.

Resultado? O São Paulo esgotou Nenê, Diego Souza, dificultou a utilização de jovens da base, com o intuito de “não arriscar”, e por aí vai.






Sobre o Éverton, como citado anteriormente, é importante ressaltar que foi uma das contratações mais caras, porém efetivas. A lesão do jogador diante do Ceará no dia 26 de Agosto foi o grande divisor de águas da campanha do São Paulo, já que não foi possível encontrar um substituto à altura.

Por isso, a diretoria já pensa em 2019. Pensa se Aguirre vai permanecer, qual seria o provável substituto, pensa em jogadores para o ano que vem, pensa em quem pode sair, e assim, sucessivamente.

Não há nomes citados por ninguém internamente. Sabe-se de rumores e boatos apenas, como os goleiros Vanderlei, Marcelo Grohe e Diego Alves (este último já com uma proposta de um time árabe em mãos), sabe-se também do lateral-esquerdo Léo, do Bahia, fala-se muito em Hernanes e Pato, mas são pouco prováveis, diria impossíveis.

Sobre treinadores, somente boatos também. Cuca, Abel Braga, até mesmo Renato Gaúcho já foram citados e ventilados por diversos jornalistas, mas tudo na base dos rumores.

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