Entenda como Éder se tornou a última opção do ataque Tricolor
Foto: Staff Images / Conmebol

O atacante ítalo-brasileiro Éder chegou ao São Paulo no começo da temporada 2021. O jogador deixou o futebol chinês e devido a amizade com o zagueiro Miranda, virou um possível reforço do Tricolor. As negociações fluíram e o jogador desembarcou em São Paulo como uma boa contratação, uma vez que o custo foi zero (devido o fim do contrato) e uma boa opção técnica (já que o atacante brilhou na Itália e chegou a defender a camisa da Seleção Azzura).

O começo foi promissor. O atacante não virou titular, mas fazia parte dos 16 jogadores que eram vistos como possíveis titulares e peças de confiança do treinador Hernán Crespo. Na primeira partida do jogador pela Copa Libertadores, Éder mostrou que seria uma peça importante pela experiência e ajudaria o clube – inclusive, ao sair do banco contra o Sporting Cristal, o camisa 23 balançou às redes e fechou a grande vitória Tricolor por 3×0.

Até o final do Campeonato Paulista, Éder conviveu com dores musculares, mas era bem visto pela torcida. Com Luciano atravessando uma “maré de azar” devido as lesões, enquanto Pablo não vivia uma boa fase técnica e era (e ainda é) cobrado pela torcida.

Em julho, porém, um estiramento muscular tirou o atacante de alguns jogos e com isso, a fase do atacante virou. Com a chegada de Emiliano Rigoni, o ataque passou a ter uma vaga a menos e a concorrência pesou. Crespo então se baseou na parte física para dar chances aos jogadores – o treinador busca intensidade sem a bola e o ítalo-brasileiro não conseguia entregar o desempenho.

Ao retornar da lesão, Éder seguiu como opção de banco de reservas. Mesmo no pior momento de Pablo na temporada, o camisa 23 não foi utilizado e ficou de fora dos confrontos contra o Palmeiras na Copa Libertadores.

O atacante então voltou a ter uma oportunidade após a intertemporada da equipe de 14 dias. O time teve folga e Éder foi titular na partida contra o Fortaleza na Arena Castelão. O time não foi bem e o atacante acabou sendo substituído no intervalo.

Nos últimos jogos, novamente o atacante não foi utilizado. Nesse cenário, o atleta decidiu procurar a comissão técnica e a diretoria para tentar uma rescisão de contrato de forma amigável. A ideia dos diretores é seguir com Éder no elenco, assim como a de Hernán Crespo – o treinador inclusive teve um papo direto com Éder na última semana.

A batalha agora do jogador é provar que pode ter minutos em campo. A disputa aumentou com a chegada de Jonathan Calleri e a recuperação de Marquinhos – com isso, o setor possui Luciano, Pablo, Vitor Bueno, Rigoni e Galeano.

O atacante ítalo-brasileiro tem mais 17 jogos para provar ao time que deve seguir na próxima temporada. Até aqui, o jogador fez 23 jogos e marcou cinco gols. Os vencimentos mensais de Éder giram na casa de R$ 600 mil.

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Pedro Vinicius, 24 anos e sou de São Paulo. Formado em jornalismo e especialista em jornalismo esportivo sou apaixonado por futebol desde sempre.