Bruno Rodrigues revela por que jogava pouco no São Paulo
Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

No início da era Crespo, uma das primeiras contratações, com aval do argentino, foi o atacante Bruno Rodrigues, destaque da Ponte Preta. Então com 23 anos, o atleta chegava como uma boa opção para o ataque, mas não teve espaço ao longo da temporada e acabou cedido ao futebol de Portugal. De saída do Famalicão para o Cruzeiro, o jogador concedeu uma entrevista em que detalhou os motivos de ter poucas oportunidades no elenco campeão do Paulistão de 2021.

Segundo Bruno, apesar de dar a vida nos treinos, sendo o primeiro a chegar e o último a sair, o técnico Hernán Crespo o preteria sem qualquer motivo aparente.

Eu fiquei muito triste, porque eu sou um cara que gosta de jogar e não estava me sentindo bem. Apesar disso, sempre ia para o treino rindo, brincando. Sempre focado em meu objetivo; eu dava a vida nos treinos. E ele só me colocava faltando 5, 10 minutos para acabar o jogo. E isso ia me acabando por dentro porque eu não entendia. Eu não entendia por que ele fazia isso. Crespo foi um cara que nunca conversou comigo, e eu não sou um jogador de chegar e conversar com o treinador. Eu não sou desse tipo. Gosto de jogar por causa de meu trabalho; se quiser me colocar por isso, perfeito (…) Nunca faltei a nenhum treino, nem com respeito a ele ou à comissão dele. (…) O problema não era eu. Era um problema pessoal dele, que ele viu e não gostou, mas não falou. E o que me incomodou até hoje é que no dia do jogo da Sul-Americana ele me cortou“, explanou o jogador.

Confira a entrevista completa no link abaixo. Ou clique aqui.

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Matheus Tévez é formado em Direito pela UFBA, cursa Letras, além de ser professor, escritor e articulista. Mas a sua grande virtude é ser são-paulino doente desde os tempos em que Válber doutrinava na zaga.