Faixas no peito e engajamento. Conheça melhor o Banco Inter, nosso patrocinador master

A semana começa de forma especial para os são-paulinos. Além da vitória contra o Atlético Paranaense em Curitiba e quebra de um tabu mais velho que eu, terceira posição na tabela do Campeonato Brasileiro e um time nitidamente mais organizado, há uma notícia que mexeu com os tricolores, publicada na última sexta-feira (8/6): as tradicionais e lindas faixas vermelha e preta na camisa número um do São Paulo voltarão a ser colocadas no peito, acima da logomarca de nosso patrocinador master, que até 2020, será o Banco Inter.

A mudança atende a um pedido antigo de grande parte da torcida, que solicitava a mudança por conta da tradição (já que desde sua fundação, em 1930, o clube utilizava as faixas justamente na altura do peito) e também pela questão estética. Quem não considera a camisa utilizada na final do Mundial de 2005 uma das mais bonitas de nossa história?

E a mudança tão esperada foi possível por conta da aceitação do Banco Inter. A superintendente de marketing e CRM (Customer Relationship Management, na tradução, que é o profissional responsável pelo gerenciamento de relações com os clientes) da empresa, Priscila Salles, falou com exclusividade ao Arquibancada Tricolor sobre a histórica decisão e também contou mais detalhes sobre a parceria entre São Paulo e banco. Confira:

Confira a entrevista:

Como começou e por que o Banco Inter escolheu o São Paulo para esse tipo de patrocínio no futebol?

Nossa entrada no futebol ocorreu em 2016, com o patrocínio ao América Mineiro. O Banco Inter é sediado em Belo Horizonte, portanto, foi uma escolha pensada, onde teríamos uma percepção melhor do trabalho. A experiência foi muito boa, tivemos campanhas históricas, então, em 2017, chegamos à conclusão de que era a hora de patrocinar uma equipe de maior exposição. No início de 2017 iniciamos a parceria com o São Paulo (exposição nas costas da camisa) e, em junho, como patrocinador master. Pensamos que seria o clube ideal para realizar esse tipo de parceria mais próxima, com engajamento, mais atenção aos torcedores, enfim, muito mais que a simples exposição na camisa. O clube também era nosso patrocinado quando houve a mudança na marca (de Banco Intermedium para Banco Inter), então houve todo um cuidado nessa migração e também na própria aplicação do logo, que é laranja, mas na camisa, foi utilizado sempre em preto (na camisa 1) ou branco (na camisa 2).






Quais são as ações para aproximar e engajar o torcedor são-paulino?

Entramos no São Paulo com o pé direito, até por conta de nossa mudança de banco “convencional” para digital (o Banco Intermedium foi fundado em 1994). Temos um cartão exclusivo e gratuito ao torcedor são-paulino, que envia 50% do valor das compras (relativos ao banco) ao clube. Atualmente, mais de 30 mil correntistas do Banco Inter são são-paulinos. Também temos dois camarotes no Morumbi, sendo um deles especificamente voltado às redes sociais, ou seja, ações como sorteios e ativações em geral. (Saiba mais sobre o cartão exclusivo no link https://goo.gl/MyypDL).

Quais são os resultados já mensurados com a parceria?

Em janeiro de 2017 tínhamos 97 mil correntistas, número que saltou para 370 mil em dezembro do mesmo ano. Em abril de 2018 abrimos capital na bolsa de valores e ultrapassamos os 600 mil clientes. Entendemos que o São Paulo tem papel fundamental nesse crescimento, uma vez que o clube auxiliou decisivamente em toda essa mudança de marca e de atuação no mercado bancário. Estamos muito satisfeitos com a parceria e, quanto mais a torcida comprar nossa ideia, mais frutos poderão ser colhidos por São Paulo Futebol Clube e Banco Inter.

E como ocorreu exatamente a concretização das faixas da camisa número 1 para a altura do peito? Como o Banco Inter soube desse desejo de boa parte da torcida?

Soubemos pelas redes sociais. Temos um perfil voltado exclusivamente ao São Paulo no Twitter (@SPFCBancoInter) que nos demonstrou esse movimento pelas faixas no peito. Em abril deste ano começamos as conversas entre clube e adidas e, então, na semana passada, chegamos a esse entendimento. Nosso presidente (João Vitor Menin) quis então postar o próprio contrato nas redes sociais e a resposta foi extremamente positiva. Estamos felizes em poder ajudar a proporcionar essa mudança.

Além da exposição na camisa e ações de engajamento, o banco pensa em também auxiliar em contratações de atletas ou na formação do elenco de alguma forma?

Neste momento, não é nosso entendimento, até porque há experiências anteriores que não foram bem sucedidas no futebol brasileiro. Então, estamos voltados ao engajamento entre clube e torcida, com ações específicas. Só com o cartão exclusivo, o São Paulo pode arrecadar algo em torno de R$ 700 mil mensais, isso, claro, sem contar o valor pago pelo patrocínio (pelo que foi divulgado na época, algo superior de R$ 40 milhões por três anos de contrato, mais modernizações na comunicação visual do estádio do Morumbi).

O Banco Inter atua em um mercado altamente concentrado. Temos atualmente, de acordo com o Banco Central, quase 80% do crédito oferecido no Brasil por apenas quatro grandes bancos. Como o Banco Inter se posiciona nesse mercado?

A intenção dos bancos digitais talvez seja a melhor notícia da existências deles. Acreditamos piamente que temos como melhorar a relação entre banco e clientes, o intuito é realmente revolucionar o mercado bancário. Almejamos sim voos cada vez mais altos, muito crescimento, mas sempre proporcionando uma boa experiência aos clientes, com parceria e transparência.

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