Foto: Ricardo Duarte/Divulgação, Inter - Érico Leonan / saopaulofc.net

São Paulo e Internacional “trocaram” jogadores nesta última janela de transferência, visando reforçar seus respectivos times para a temporada de 2022. O Tricolor emprestou Liziero, volante cria da base, ao Inter, ao passo que o Colorado negociou o meia Patrick com o time do Morumbi. A despeito de não ser uma troca “casada”, o período das negociações e a proximidade de posições – a expectativa é a de que Liziero ocupe a função de Patrick no Sul – corroboram para o cruzamento de informações sobre valores dos tratos.

Assim, é interessante analisar os valores envolvidos em cada negociação, como forma de verificar possíveis vantagens ou desvantagens para cada clube. Liziero é volante, tem apenas 23 anos e um quadro pretérito de lesões que prejudicaram sobremaneira o seu desempenho inicial nos profissionais do São Paulo. Patrick tem 29 anos e vivia uma relação de amor e ódio com a torcida colorada; a exemplo, ao mesmo tempo em que era o atleta com mais roubadas de bola, era também o que mais perdia. E os aficionados do Inter apontavam certo descompasso dele com a balança.

De acordo com o jornalista Marcelo Hazan, o São Paulo desembolsará 500 mil euros pelos 30% dos direitos econômicos do meia ex-Inter. Isso equivaleria a 3,2 milhões de reais, que serão parcelados e só começarão a ser pagos em 2023. Outros 20% estariam vinculados a opção até o final do contrato, que é de dois anos. De acordo com o Portal do Colorado, o salário do atleta giraria em torno de 230 mil mensais.

Liziero chega ao Internacional por empréstimo até o final da temporada de 2022. O clube gaúcho arcará com 100% de seus salários. Caso opte por ter o jogador em definitivo, o Colorado terá que desembolsar 3 milhões de euros – que equivale, na cotação atual, a quase 20 milhões de reais. Ele tem contrato como São Paulo até 30 de abril 2023 e possui passaporte europeu.

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Matheus Tévez é formado em Direito pela UFBA, cursa Letras, além de ser professor, escritor e articulista. Mas a sua grande virtude é ser são-paulino doente desde os tempos em que Válber doutrinava na zaga.