Vou Jogar No Morumbi reúne ídolos e craques da arquibancada

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No último sábado (25), o Morumbi recebeu três jogos especiais. Em campo e nos bastidores, velhos conhecidos desse palco: Raí, Pintado, Careca e Sidney, e junto deles, craques das arquibancadas completavam os times. Realizado pela Passaporte FC, o Vou Jogar no Morumbi, mais uma vez foi um sucesso.

As emoções já começaram pela chegada dos torcedores ao estádio, com a entrada pelo Portão 1, mesmo local por onde entra o ônibus do time. Ali, os tricolores receberam o uniforme oficial de jogo e foram encaminhados para o vestiário principal, onde fizeram aquecimento. No primeiro jogo, do pacote “Tricolor”, os times tinham como técnico os craques Careca e Sidney. Em dois tempos de 15 minutos cada, o time de branco, comandado por Careca, levou a melhor, vencendo por 2 a 1, com gols de Dudu e Caio.

No segundo jogo, do pacote “Premium”, foram dois tempos de 20 minutos, em que, além de técnicos, os ex-atletas também atuavam como décimo segundo jogador. Para deixar o evento ainda mais especial, a preleção foi feita por Raí. O eterno camisa 10 Tricolor contou da emoção de jogar no Morumbi e relembrou momentos importantes da carreira vestindo o manto. Quando a bola rolou, quem levou a melhor foi o time de listrado, que venceu por 3 a 2, com dois gols de Jajá e um de Barata.

O terceiro e último jogo, o mais esperado da tarde, do pacote “Terror do Morumbi”, colocou frente a frente Raí x Pintado. Primeiro, em um momento de confraternização, as duas equipes aqueceram juntas e tiveram preleção com os dois ídolos. Foi um momento bastante especial, com muitas lembranças de grandes jogos, de troca de elogios entre os atletas e retomada de ensinamentos do Mestre Telê Santana.

Quando a bola rolou, Raí, no primeiro tempo, defendia o time branco, enquanto Pintado estava no Tricolor. Em um dos primeiros lances, Raí tabelou com Rafa San e abriu o placar. O autor do gol garante que reeditou um lance protagonizado por França. Depois disso, só deu time listrado. Com lançamento de Pintado, João Paulo driblou o goleiro e deixou tudo igual. Em seguida, Danilo virou e João Paulo ampliou, 3 a 1. No segundo tempo, os ídolos mudaram de lado. João Paulo apareceu mais uma vez e fez o quarto do time listrado; Rafa fez o quinto. O time de branco diminuiu com Starck e Ratão. 5 a 3, placar final.

No placar agregado, Pintado saiu comemorando a vitória. “Ganhei no primeiro tempo de 3 a 1, depois foi 2 a 2. Pode colocar a vitória na minha conta”, disse o Xerifão. Por fim, ainda em campo, todos os atletas da última partida tiveram oportunidade de tentar defender um pênalti cobrado por Raí. Para eternizar o momento, os jogadores receberam das mãos do Terror do Morumbi um diploma atestando que jogaram no gramado do Cícero Pompeu de Toledo com o ídolo, além de uma sessão de fotos e autógrafos.

Na sala de imprensa, que também é usada pelo time profissional, os jogadores participaram da entrevista coletiva, contando a experiência única de atuar nesta partida comemorativa. “Foi emocionante, porque eu estava na arquibancada quando o Raí se despediu do São Paulo, contra o Santos, naquele 6 a 1, e aquele dia foi uma tristeza. Eu estive também no Navío Tricolor, e lá pessoas foram sorteadas para jogar com ele, e eu não fui. Hoje finalmente realizei esse sonho. O Rogério Ceni é meu maior ídolo, o M1TO, mas o Raí certamente está entre os maiores da história do São Paulo, junto com o Ceni”, disse Ratão.

João Paulo, artilheiro da tarde com três gols, dedicou um para cada filho e um para a esposa. “Sempre sonhei jogar com o Raí, ainda faço três gols, é demais. Podia ter feito meu quarto gol, mas deixei para o centroavante se consagrar e ele perdeu. Mas somos todos São Paulo!”, enfatizou.

Não fique fora das próximas edições do Vou Jogar no Morumbi! Mais informações no [email protected] ou telefone 11 3739-5222

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