Alguns nomes são bem conhecidos e muitos são-paulinos mais fanáticos, podem conhecer todas histórias citadas, mas elencamos aqui 10 jogadores que foram ídolos em clubes rivais, mas não resistiram e vestiram (ou quase) a camisa do São Paulo para atuar profissionalmente.

Eram outros tempos, em que a rivalidade se limitava ao campo de futebol, algo talvez impossível hoje em dia, por isso, talvez você seja surpreendido com alguns nomes dessa lista:

Leivinha

Atuou como meia-direita e é considerado um dos maiores jogadores da história do Palmeiras, com participação decisiva nas conquistas da época da chamada “Academia”.

Após se transformar em ídolo no Atletico de Madrid, voltou ao Brasil em 1979 para encerrar sua carreira com a camisa do São Paulo FC atuando em 11 partidas e marcando 2 gols.

 

Casagrande

Atacante revelado no Corinthians, com passagens pela seleção brasileira e iniciando como titular na Copa do Mundo de 1986.

Com personalidade forte, enfrentou problemas de relacionamento com Jorge Vieira, técnico do time alvinegro, e devido às suspeitas de levar uma vida boêmia, foi emprestado (sem valor do passe fixado) para o São Paulo, em 1984.

Como o Tricolor do Morumbi já contava com o atacante Careca, contratado ao Guarani, Casagrande atuou na meia-direita na equipe são-paulina, anotando 11 gols em 23 jogos em uma boa passagem.

Vicente Matheus, com medo de ter reforçado um rival, articulou seu retorno ao time do Parque São Jorge.

 

Rivellino

Sim, o ídolo corintiano e dos torcedores do Fluminense, vestiu a camisa do São Paulo FC, ao menos por uma partida, em 1981.

Em maio daquele ano, encerrou seu vínculo com o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e devido a várias desavenças e picuinhas com o dono do clube, o príncipe Kaled, Rivellino resolveu se mandar para o Brasil e chegou até a anunciar a aposentadoria do futebol.

Com 35 anos, sentia que ainda poderia desfilar a categoria mais um pouquinho e mantinha a forma treinando na sede social do São Paulo, no Morumbi, perto de sua casa, no Brooklyn, bairro onde nasceu e cresceu.

Rivellino e os dirigentes são-paulinos se aproximaram e surgiu a ideia de ele vestir a camisa do clube, mas os sauditas queriam um novo vínculo. A saída encontrada pelo São Paulo para sensibilizar o príncipe a liberar o meia foi organizar um amistoso justamente contra a seleção do país, então treinada por Rubens Minelli, mas não deu certo e Riva encerrou a carreira.

 

Evair

O centroavante considerado ídolo histórico do Palmeiras, onde marcou 127 gols e integra a lista dos dez maiores artilheiros da história do alviverde, teve a oportunidade de defender o clube que o rejeitou quando ainda era jovem, o São Paulo.

Pelo tricolor paulista apesar das poucas oportunidades (em 31 jogos, marcou 9 gols), foi campeão do Paulistão de 2000, e em julho, foi dispensado, transferindo-se para o Goiás.

 

Neto

Hoje apresentador e comentarista, foi ídolo do Corinthians no início dos anos 90, tendo recebido o apelido de xodó da fiel, apesar de ter atuado nos quatro grandes clubes de São Paulo.

Foi contratado pelo São Paulo em 1987, mas teve participação discreta, pois sofreu um acidente automobilístico; que o deixou afastado durante um tempo. Foram 33 partidas (doze vitórias, treze empates, oito derrotas), cinco gols marcados e conquistando o título paulista daquele ano quando marcou um memorável gol de falta nas semifinais contra o Palmeiras.

 

César Sampaio

Foi um dos melhores volantes do futebol mundial na década de 1990. Exímio cabeceador, jogou a Copa do Mundo de 1998, onde se destacou fazendo gols e conquistando o vice-campeonato. Revelado pelo Santos, foi ídolo no Palmeiras onde obteve vários títulos e reconhecimento.

Quando atuava no futebol de salão do São Paulo, César chegou a fazer um teste para o time de campo do Tricolor, mas não foi aprovado. Enquanto recebia a ajuda de custo do time do Morumbi, o ex-volante usava o dinheiro para ir treinar no Santos, equipe que o revelou.

Para encerrar a carreira, voltou ao Brasil para defender as cores do São Paulo em 2004. No tricolor fez 27 partidas e 1 gol.

 

Almir Pernambuquinho, Djalma Santos e Julinho Botelho

Os festejos de inauguração do Morumbi duraram uma semana. No domingo posterior à estreia, o São Paulo promoveu uma série de eventos em jornada de rodada dupla.Um desses jogos, foi contra o Nacional do Uruguai e para esta partida foram convidados jogadores de outros times para alinharem-se com a camisa são-paulina a fim de que o estádio fosse apresentado aos torcedores desses clubes. Coube aos ídolos Julinho Botelho e Djalma Santos, do Palmeiras e Almir Pernambuquinho do Corinthians, vestir o manto Tricolor.

 

Pelé

Uma história que poucos sabem, é que no mesmo evento de inauguração, o Rei do Futebol aceitou o convite para vestir a camisa 10 do São Paulo, causando uma grande repercussão na mídia.

Quando tudo estava certo, uma distensão muscular impediu que Pelé tivesse a honra de vestir o manto Tricolor contra o Nacional do Uruguai.

A ausência foi sentida, mas o Tricolor passou por cima do adversário, vencendo por 3×0 e fazendo a festa dos milhares de torcedores presentes ao início da história de nossa grande casa.

 

Fontes: Wikipedia e Efemérides do Éfemello

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