Ex-árbitro relata situação inusitada de Ceni
Foto: Reprodução

Em 2013, São Paulo e Palmeiras empataram sem gols em Choque-Rei válido pela 11ª rodada Campeonato Paulista. Naquele jogo, após uma falta sofrida em um lance com o chileno Valdívia, o então zagueiro do clube Lúcio deu uma cotovelada para trás que não acertou o meia do rival, mas levou o árbitro Leandro Bizzio Marinho a expulsá-lo de campo. A situação, relatada recentemente por Leandro no podcast “Extra Campo“, causou enorme confusão no gramado.

Ao dissertar sobre o ocorrido, o ex-árbitro contou uma situação bastante inusitada sobre Rogério Ceni, que estava a dois anos de sua aposentadoria: segundo ele, o camisa 01 do São Paulo se utilizava do preparador de goleiro como informante no campo, disfarçado de gandula.

O preparador de goleiros de Rogério Ceni era o gandula que ficava atrás do gol dele, disfarçado. O preparador ficava com um fone na orelha ouvindo tudo o que estava acontecendo no jogo para passar para Rogério. Então, quando Rogério ia reclamar com o árbitro, tinha a informação do que havia acontecido, se o árbitro errou ou acertou. Eu expulsei o Lúcio e os jogadores reclamaram, principalmente Luís Fabiano. Dei amarelo nele e foi pior. Chegou Rogério Ceni, que saiu do gol e foi ao meio de campo. Ele chegou e perguntou o que eu havia visto. Relatei a cotovelada, que não acertou o rosto, mas o peito, e por isso expulsei. Ele já sabia dessa informação. Se eu falasse que foi um soco, ele diria que não deu“, explanou Bizzio.

Confira o relato completo no vídeo abaixo. Ou clique aqui.

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Matheus Tévez é formado em Direito pela UFBA, cursa Letras, além de ser professor, escritor e articulista. Mas a sua grande virtude é ser são-paulino doente desde os tempos em que Válber doutrinava na zaga.