Passou de fase? Jornalista comenta sobre estratégia de Crespo
Foto: Rubens Chiri / São Paulo FC

Jornalista relembrou a entrevista do técnico argentino na última quarta-feira após a eliminação e viu um treinador pressionado pela primeira vez

A derrota do São Paulo para o Fortaleza provocou problemas para o Tricolor. Além de perder um valor de pouco mais de R$ 7 milhões de premiação, o clube perdeu uma competição na temporada e agora tem apenas o Campeonato Brasileiro até dezembro.

O clube contratou duas peças para o fim da temporada e agora vê o elenco, que nas últimas semanas estava reduzido, se encher de opções já que o time deve entrar em campo uma vez por semana até o fim da competição nacional.

O objetivo do clube está claro: vaga na Libertadores. O treinador Hernán Crespo relembrou esse objetivo na entrevista coletiva após a queda na Arena Castelão, porém, para o jornalista Arnaldo Ribeiro, a declaração do treinador teve um outro intuito.

Quem falou em Libertadores foi o Crespo, mais do que a diretoria, porque pela primeira vez o Crespo acho que se vê questionado, contestado, pelo que o time não fez em Fortaleza. Foi engolido em todos os aspectos, táticos, físicos, técnicos, anímicos, e o treinador desta vez com responsabilidade direta em tudo o que aconteceu. Ele oi, digamos, jantado pelo Vojvoda, seu colega, que aliás, costuma levar vantagem nos confrontos entre eles“, diz Arnaldo.

O clube busca a vaga na competição Sul-Americana por dois motivos: o primeiro é a volta esportiva a maior competição do continente, já a segunda é devido as premiações e possíveis bilheterias que o clube deve receber se chegar a competição. O ano promete ser de reconstrução e diminuição dos investimentos no time.

Crespo e diretoria falam muito em um ano de reconstrução para que 2022 seja melhor, e já se julgam vencedores por conta do Paulista, e avaliação geral do técnico e da diretoria é que se o time for para a Libertadores, via G8, e contando com o título paulista, o ano de reconstrução será bem-sucedido, essa é a ideia“, completa o jornalista.

Com dívidas devido as gestões passadas, falta de vendas devido a pandemia do Covid-19 e o parcelamento de dívidas e acordos feitos na gestão Casares, o clube deve ter mais saídas do que entradas – o clube deve ter contratações pontuais conforme Muricy Ramalho e Carlos Belmonte já comentaram em entrevistas.

Agora, o ano de 2022 promete ser um ano de menos investimento para o São Paulo e de mais saídas do que entradas, acho que o Daniel Alves é apenas a primeira das grandes saídas, mais gente vai sair, não tão graúdas, digamos assim, mas porque o São Paulo não comporta o time que montou, simplesmente isso, desde a diretoria passada“, conclui Arnaldo Ribeiro.

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Pedro Vinicius, 24 anos e sou de São Paulo. Formado em jornalismo e especialista em jornalismo esportivo sou apaixonado por futebol desde sempre.