Diego Costa supera críticas no São Paulo
Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

O ano era 2020 e o Tricolor disputava a quinta partida na Libertadores. Aos 25 minutos da primeira etapa, o São Paulo estava em Avellaneda perdendo de 1×0 para o River Plate. A equipe do então técnico Fernando Diniz tinha um escanteio para cobrar com Reinaldo e poderia oferecer perigo aos argentinos. Não deu outra: cobrança venenosa e gol de Diego Costa, de cabeça – o primeiro dele na carreira profissional. E o minuto desse tento marcado virou algo perene na vida do jovem atleta do São Paulo, uma vez que ele tatuou o número no corpo.

O número 25 tatuado no braço direito é o minuto do meu primeiro gol pelo São Paulo“, indicou o jogador.

O camisa 4 do São Paulo contou essas e outras situações em uma longa entrevista concedida ao Globo Esporte. Agora de contrato renovado até 2024, o zagueiro, formado nas categorias de base do clube, conta como conseguiu dar a volta por cima em sua incipiente trajetória diante das críticas pelas atuações.

Esse momento difícil só serviu de aprendizado e usei a meu favor. Treinei mais, me alimentei melhor, procurei olhar mais partidas, ver meus jogos depois de todas as partidas. Isso me fez criar uma maturidade. Saber a responsabilidade que é estar vestindo a camisa do São Paulo. (…) Meu maior crítico sou eu, para sempre estar à altura para poder jogar, para poder estar demonstrando para quem está de fora que eu mereço sim estar jogando de titular, que mereço sim ter as oportunidades que estou tendo“, explicou Diego.

Confira a entrevista completa clicando aqui.

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Matheus Tévez é formado em Direito pela UFBA, cursa Letras, além de ser professor, escritor e articulista. Mas a sua grande virtude é ser são-paulino doente desde os tempos em que Válber doutrinava na zaga.