Rodrigo Caio relembra mágoa com Aguirre
Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net

No final da temporada de 2018, o zagueiro Rodrigo Caio, formado nas categorias de base do São Paulo, transferiu-se para o Flamengo em uma operação que rendeu à época 5 milhões de euros ao Tricolor. O entendimento era de que a saída seria benéfica para as partes, tendo em vista que a relação entre Rodrigo Caio e a torcida estava bastante desgastada, além de o atleta representar, para alguns, um arquétipo da era de derrotas que o clube vinha passando.

O jogador, no rubro-negro carioca, foi multicampeão: conquistou o Brasileirão, a Libertadores e a Supercopa – a título de exemplo. Hoje, depois de mais de cinco meses afastado por lesão, Rodrigo retornou aos campos e, em uma entrevista concedida à ESPN Brasil, relembrou o período em que esteve sob o comando de Aguirre e virou a quinta opção após voltar de lesão no São Paulo, em um período em que disputava uma vaga entre os convocáveis para a Copa do Mundo. Retomou com certa mágoa, pois.

Tive uma lesão no pé, fiquei três meses parado, e o treinador (Diego Aguirre) não foi uma vez na fisioterapia me dar um abraço ou me perguntar como eu estava. Isso é uma situação difícil, porque ali é o momento de maior tristeza do atleta. Você está machucado, e nessa ocasião eu estava brigando por uma vaga na Copa do Mundo. Machuquei-me duas semanas antes da convocação final“, explanou Rodrigo Caio.

Confira a entrevista completa clicando aqui.

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Matheus Tévez é formado em Direito pela UFBA, cursa Letras, além de ser professor, escritor e articulista. Mas a sua grande virtude é ser são-paulino doente desde os tempos em que Válber doutrinava na zaga.