Itaú BBA: São Paulo, vivendo há 10 mil anos atrás

Todos os anos, o Itaú BBA divulga um estudo financeiros dos clubes brasileiros com base em seus relatórios e performance fiscal. A análise sobre o São Paulo foi terrível, mas verídica.

Os dados referem-se ao ano de 2019, e o endividamento do São Paulo aumentou significativamente se comparado a 2018.

Já havíamos postado aqui uma pequena análise sobre o marketing do clube e sua péssima atuação como captador de receitas e tentar diminuir o déficit de R$ 156 milhões nas contas.

Quais pontos foram analisados?

Replicamos aqui alguns dos itens mais relevantes desse estudo sobre o desempenho financeiro do São Paulo:

Mesmo com a 3ª maior torcida, o SPFC é apenas o 7º nas cotas de TV
Temos apenas a 6ª maior receita com publicidade
Temos o 13º desempenho na medição “receita por torcedor”
O São Paulo é um clube que depende da venda de jogadores
E é também o clube que mais se endividou de um ano para o outro

Conclusão da análise

O estudo apresenta com fatos e não na base do achismo, tudo aquilo que vários canais tem apontado nos últimos anos. A gestão do São Paulo é abusrdamente falha.

Com fontes de receitas concentradas apenas na venda de jogadores e Cotas de TV (que não são as mais altas), o São Paulo se comporta como um clube mediano, fornecedor de obra prima e sem condições de brigar por títulos.

A imagem abaixo conclui o estudo do Itaú BBA, resumindo de forma perfeita o momento do clube com a gestão atual, que se deixou levar pela necessidade de ganhar um título a qualquer custo em seu último ano.

Como esperar que o clube possa ter forças para voltar a brigar no topo?
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