Rigoni completa 50 jogos com a camisa do São Paulo.
Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net

Em março de 2021, o São Paulo contratava Emiliano Rigoni para ser meia-atacante do time, atendendo a um pedido do então técnico Hernán Crespo. O jogador estreou como titular da equipe contra o 4 de Julho, pela Copa do Brasil, com um gol e uma assistência. Logo caiu nas graças da torcida, acumulando gols e jogadas importantes, mas, com a chegada de Ceni, Rigoni diminuiu a intensidade e atravessou uma fase não muito boa. Contra o São Bernardo, o camisa 7 completou 50 jogos com a camisa do Tricolor e parece ter reencontrado seu poder de decisão.

Nesta temporada, Rigoni já fez dois gols e deu duas assistências a seus companheiros – a última delas, justamente na vitória por 4×1, que credenciou o São Paulo para a semifinal do Paulistão. O argentino entrou no segundo tempo e participou ativamente da virada do clube, consolidando o retorno de sua efetividade no ataque, tendo em vista ter balançado as redes justamente nos dois jogos anteriores da competição.

Rogério Ceni, por sinal, já havia comentado, em entrevista coletiva, sobre a importância de Emiliano Rigoni no Tricolor, enquanto ele passava pela maior escassez de gols pelo clube.

Ele teve uma fase quando chegou ao São Paulo de muitos gols, assistências, e estamos tentando que ele ganhe confiança de novo. Ele tem participado, fez o gol em Mirassol também quando entrou no jogo e eu acho que ele rende bem em qualquer uma das funções: seja por dentro, pela velocidade e facilidade que tem; seja por fora no um contra um, ele tem essa técnica“, disse o técnico.

Pelo São Paulo, Rigoni acumula 13 gols e 8 assistências. Ele foi o vice-artilheiro do time na temporada de 2021 – ficando atrás tão somente de Pablo Felipe, que agora joga pelo Athletico.

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Matheus Tévez é formado em Direito pela UFBA, cursa Letras, além de ser professor, escritor e articulista. Mas a sua grande virtude é ser são-paulino doente desde os tempos em que Válber doutrinava na zaga.